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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Brigadeiro gourmet!!!


Conversamos com três especialistas no doce que vem sendo o maior sucesso do momento para tentar descobrir: qual é o segredo do brigadeiro gourmet?
por Juliana Marchioretto
Maria Brigadeiro – a pioneira

Ela é uma fã incondicional de brigadeiro e afirma isso com o maior orgulho. Juliana Motter, dona da Maria Brigadeiro, criou o conceito de brigadeiro gourmet e fez o doce de festa de criança crescer e aparecer. Formada em jornalismo e gastronomia, ela aprendeu a fazer brigadeiro com a avó doceira, aos 6 anos. De lá pra cá, não parou de inventar receitas e mudar a fórmula do brigadeiro, que, até então, parecia imutável. “Eu sempre tive essa inquietação com relação ao brigadeiro ser um doce subvalorizado, consumido só em festa de criança. Eu queria crescer, mas queria que o brigadeiro continuasse sendo o meu doce favorito, então fui fazendo ajustes na receita”.
A Maria Brigadeiro surgiu meio assim, sem perceber. O nome veio do apelido que Juliana ganhou na infância, pela mania de presentear os amigos com o doce. Quando as experimentações na receita foram sendo conhecidas, no boca a boca, ela não teve mais como conciliar e largou a carreira de jornalista. Estava formada a Maria Brigadeiro.
Empenhada em difundir o conceito de brigadeiro gourmet, a dona da Maria Brigadeiro confessa que as pessoas ainda não sabem exatamente o que isso significa, mas explica que criou uma série de inovações – variedade de sabores, embalagens elaboradas, ingredientes diferenciados e fabricação no dia e na hora do consumo – que garantem ao brigadeiro o status de gourmet, como, afirma ela, ele merece, por ser o mais brasileiro dos doces.
A Maria Brigadeiro tem uma só loja, que fica no mesmo espaço onde o atelier funciona. Todos os brigadeiros são feitos no dia e enrolados na hora em que o cliente faz o pedido. A equipe de 40 pessoas – 20 só na produção – se desdobra para fazer tudo funcionar a contento. Juliana explica que treina pessoalmente todos os funcionários e que cada um tem uma especialidade: massa, confeito, enrolar o brigadeiro… Uma verdadeira linha de produção funcionando a todo vapor, para quem quiser ver.
A expansão está nos planos, mas, antes disso, ela quer se certificar de que a qualidade que consagrou a Maria Brigadeiro não vai se perder : “A gente recebe varias propostas de investidores, mas eu me vejo falando não pra tudo, porque a gente escolheu fazer o brigadeiro com qualidade. O dia que eu achar que posso abrir 10 lojas e conseguir exatamente essa qualidade nas 10 lojas, eu vou ficar tranquila e expandir”, revela.
Além de criadora de delícias, Juliana é uma reconhecida lançadora de tendências, tanto com os brigadeiros quanto com as embalagens, copiadas aos milhares por aí. Ela conta que percebeu isso quando soube, assustada, que as panelinhas para brigadeiro, que ela criou sob encomenda para uma cliente que ia fazer um chá de panela, ganhou indústria própria. Juliana contou, também, que os novos sabores de brigadeiro quase sempre surgem por acaso, com alguma mistura feita sem querer, e que dão certo, por que as pessoas experimentam e gostam. “O brigadeiro de especiarias indianas, por exemplo, eu inventei junto com a marmita, porque a marmita que eu peguei pra colocar os brigadeiros era uma marmita que eu colocava masala. Quando comeram o brigadeiro, repararam que ficou o sabor das especiarias, e que ficou bom, porque o gosto impregnou. Foi assim que surgiu o brigadeiro de masala”. Nada mais despretensioso e autoral, como tudo que a Maria Brigadeiro produz.
Brigaderia – tino para o negócio
A vida da mineira  Taciana Kalili  deu uma guinada gigantesca por causa do brigadeiro. Recém-casada e de mudança pra São Paulo, ela estava tentando encontrar um emprego na sua área – estamparia de moda – na capital paulista. Vendo as muitas dificuldades, ela pensou em fazer algo diferente na nova fase da vida, mas ainda não sabia o que. Tudo aconteceu em uma festa que ela fez pro marido, um fã ardoroso do doce. Para agradá-lo, ela fez cerca de 30 tipos diferentes de brigadeiro, o que foi um sucesso absoluto – com ele e com os convidados, que não pararam mais de fazer encomendas para Taciana. Surgia, assim, a Brigaderia.
A paixão da mineira pelo doce e a ótima visão de mercado fizeram a marca crescer vertiginosamente. Em dois anos, a Brigaderia já tem 9 lojas próprias em shoppings da capital paulista e uma a ser inaugurada, agora em maio, no Rio de Janeiro, onde, segundo a própria Taciana, o negócio tem tudo pra dar certo, já que os cariocas são apaixonados por brigadeiro, ainda mais que os paulistas e os mineiros.
Segundo a dona da Brigaderia, a rede foi crescendo sem planejamento e as coisas foram acontecendo por acaso. Sem espaço em casa para dar conta de tanta encomenda, ela resolveu que queria ter uma loja de shopping. A ideia deu certo e depois de seis meses de experiência na primeira loja, no Market Place, a coisa não parou mais de crescer: “Fui procurada por um grupo que administrava shoppings e fechei uma parceria”. De quebra, o marido se tornou seu sócio e passou a cuidar das contas da rede.
Tanto crescimento fez Taciana abrir uma fábrica de brigadeiros. Como a primeira, de 400 m², ficou apertada para tanta produção, a segunda, de quase 1.000 m² está sendo preparada para assumir a preparação dos brigadeiros, que são distribuídos diariamente para as lojas. O que não for vendido no dia é distribuído a uma ONG. “Os funcionários também tem uma cota, mas é pouco, por indicação da nossa nutricionista, porque tem gente que acaba engordando mesmo”.
Além dos mais de 30 tipos de brigadeiros, a decoração e as embalagens da Brigaderia são um show à parte. Como trabalhava com moda, Taciana explica que não tem dificuldade para criar e conta com uma ajuda poderosa: uma ONG criada por ela, que ajuda ex-dependentes químicos em sua cidade natal, Pouso Alegre (MG). No início, era a mãe dela que produzia as caixinhas de madeira forradas com tecido (o hit da loja), mas, com a expansão da rede, ela teve de terceirizar o serviço, e aproveitou para ajudar quem precisa, de lambuja.
Os planos para o futuro são grandiosos: pelo menos 20 lojas próprias, crescimento pelo Brasil afora, vários tipos de doces – baseados em brigadeiro, pra não esquecer a origem – e uma Brigaderia cada vez maior. Pelo ritmo em que a coisa anda, quem é capaz de duvidar que Taciana vai comemorar tudo isso muito em breve?
Nina Brigadeiro – internet e encomendas
Atendimento bem feito e personalizado e brigadeiros saborosos e feitos com todo o cuidado. Essa é a receita da Nina Brigadeiro, um ateliê que trabalha apenas com encomendas e está há um ano e meio no mercado, conquistando clientes com o requinte dos brigadeiros gourmet.
Tudo começou por acaso. Para satisfazer uma amiga grávida, a chef Leda Maria Zanini, que na época era uma recém-formada em gastronomia, resolveu fazer uma receita de brigadeiro de limão siciliano. Empolgada com a experiência, fez também brigadeiro tradicional e distribuiu para as amigas, que adoraram. “Como só cuidava da casa, resolvi testar outras receitas, mas nenhuma delas retirei da internet, enfiei a cara no fogão. Comprei uma caixa com 48 latas de leite condensado, boa parte delas estragou no teste, mas as que deram certo, distribui para amigos e familiares. Os elogios foram tantos que, além das encomendas que foram surgindo, resolvi concretizar a profissão”, conta Leda.
Feliz com a nova ocupação, a chef começou a pesquisa de fornecedores e montou o atelier. A ideia do nome surgiu de um apelido – Nina – pelo qual o marido a chamava. Estava formada, assim, a Nina Brigadeiro, que conta com uma equipe de 5 pessoas, entre ajudantes, estagiária e entregador. Para se preparar para o negócio, Leda diz que fez pesquisas na internet, visitou várias lojas especializadas no doce e provou muito brigadeiro.
“Analiso o que é tendência e a preferência das pessoas. Hoje possuo um cardápio com 26 sabores, e quando introduzo um novo, procuro substituir. Vejo por aí brigaderias com 40, 50, 60 sabores de brigadeiro. De creme bruleé a brigadeiro com pó de ouro. No meu modo de ver, é inviável e não tem saída. Meus clientes adoram as minhas opções e me elogiam muito”, conta a doceira. Cerca de 70% das vendas da Nina Brigadeiro acontecem por intermédio da internet. “Vendo mais por e-mail. Em 70% das minhas encomendas, não falo sequer uma vez com o cliente por telefone. Periodicamente publico meu trabalho em sites de busca e redes sociais. Posso afirmar que 90% dos clientes provém da internet”, explica. Vai uma encomenda de brigadeiro aí?

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Veuve Clicquot


Ocupando um posto só preenchido por nove profissionais em 240 anos de história da Maison Veuve Clicquot, Dominique Demarville é a décima geração de Chef de Cave da marca – função responsável por garantir os fornecedores de uvas e por toda a produção. Em visita ao Brasil, para uma bateria de eventos nas cidades de São Paulo, Curitiba e Brasília, onde apresentou as novas safras dos champagnes Veuve Clicquot Vintage Blanc, Vintage Rosé e o La Grande Dame, aguardadas ansiosamente há anos pelo mercado. Veja entrevista de Demarville:
Por Shirley Legnani Fotos Divulgação
Como manter viva uma grife lendária como a Veuve Clicquot?
É uma boa pergunta. Para manter a marca viva são necessários dois pilares – a qualidade dos vinhos e a força do marketing. Juntos, esses pilares podem gerar tanto inovações como manter a qualidade enológica para que a marca possa seguir como uma lenda. A qualidade dos produtos da Veuve Clicquot é transmitida de geração em geração a cada Chef de Cave, tanto que antes de assumir esse cargo trabalhei durante três anos ao lado do antigo Chef, o que foi muito importante. Em relação ao marketing da marca, acho que ele começa pela identidade visual: a etiqueta amarela que simboliza a marca, e que é tão forte hoje, foi criada sem grandes intenções pela Madame Clicquot, que a usou para facilitar a fiscalização de suas caixas dentro dos navios na chegada aos portos e isso acabou sendo a grande força da marca. Aos poucos, as caixas que continham a etiqueta amarela Veuve Clicquot se tornaram sinônimo de produtos de qualidade.
Basta somente manter a qualidade secular ou é necessário ir ao encontro do gosto da nova geração?
A Veuve Clicquot sabe a importância que a marca tem e mantém a qualidade de seus champagnes, mas procuramos sempre por novas oportunidades e vamos ao encontro dos clientes. O gosto do nosso produto não vai mudar, mas os modos de consumo sim, tanto que estamos sempre de olho nas novidades, como uma ação que realizamos numa estação de esqui com o objetivo de se aproximar dos consumidores mais jovens ou nas festas Yelloween e pré Halloween que realizamos nas grandes cidades, com muita gente jovem e formadora de opinião. Queremos ser mais acessíveis para esses novos clientes, indo ao encontro deles de forma diferente.
Atualmente como está a produção da Maison, em termos de tecnologia, pesquisa, mercado?
A elaboração da Veuve Clicquot é baseada na tradição. Por isso até hoje compramos as uvas dos mesmos fornecedores de quem a Madame Clicquot comprava e, ao mesmo tempo, temos há dez anos um local de vinificação altamente tecnológico, com o que existe de mais moderno no mercado, tudo para termos o excelente equilíbrio entre acidez e doçura, fundamental para um excelente champagne. Mas temos enorme cuidado ao balancear tradição com tecnologia. A Veuve Clicquot é uma marca internacional, somos a segunda marca de champagne mais famosa no mundo e exportamos mais de 90% de toda nossa produção. Com muita alegria digo que o mercado brasileiro é muito importante para nós e os números de consumo aqui só vêm crescendo. Fico feliz, pois existe uma paixão dos brasileiros pela marca que vejo crescer a cada vinda minha ao Brasil.
O que a Veuve Clicquot tem de diferente em relação aos outros champagnes?
O toque Veuve Clicquot! o estilo dos nossos champagnes é baseado na uva Pinot noir, somos a Maison que mais se utiliza dessa casta e é com ela que conseguimos manter o frescor da bebida e uma complexidade única, tanto no paladar como no aroma. Mais de 50% da assemblagem é composta por Pinot noir e isso é feito desde a primeira produção da Maison. Temos arquivos das receitas e das anotações feitas pela própria Madame sobre as porcentagens e as assemblagens utilizadas, até mesmo da quantidade de uvas compradas na época. uma verdadeira joia para os 240 anos de história da marca.
O senhor conhece os espumantes brasileiros?
Sim, claro que conheço. Provei os da Chandon, conheço pessoalmente o Philippe Mével (enólogo francês responsável pela produção da Chandon Brasil) e fiquei muito impressionado com a qualidade do espumante. O mercado de espumante é gigantesco, são cerca de três bilhões de garrafas ao ano, sendo que o champagne representa 10% desse total. ou seja, o consumidor de espumante é muito importante para nós, pois ele um dia irá migrar para o champagne, e é muito importante que um espumante não seja uma cópia do champagne. Acho que a Chandon faz bem seu papel, pois ela mantém uma identidade.
Quais as novidades da marca este ano?
Temos grandes novidades que, aliás, foi o que me trouxe para o Brasil, onde lançamos a safra de 2004 do Veuve Clicquot Vintage rosé, Vintage Blanc e do Veuve Clicquot La Grande Dame. A safra de 2004 desses vinhos é de altíssima qualidade, pela leveza e grande potencial de envelhecimento. A La Grande Dame foi lançada pela última vez em 1998, ou seja, é um vinho excepcional e de produção limitada, pois corresponde a apenas 1% de toda a produção da Maison.
E nos anos que as safras não são boas…
Normalmente março não é quente na região de Champagne, mas este ano foi, e as uvas começaram a crescer muito, não tendo a acidez necessária. Já tivemos uma perda de 10% em toda a produção. Nos anos em que as safras não são boas, usamos os vinhos de guarda que preservamos em nossa grande coleção, ou seja, guardamos uma porcentagem de vinhos das safras boas para utilizarmos quando for necessário. são 17 anos de vinhos de reserva, sendo o mais antigo de 1988. Com exceção de certos anos em que não temos bons vinhos para guardar, como foi o caso de 2003, no qual as uvas estavam muito maduras – e para a produção de champagne é extremamente importante o balanço entre acidez e açúcar. Com os vinhos de guarda podemos equilibrar a produção.
Então a natureza tem um papel fundamental na produção?
Meu primeiro chefe é a natureza e é muito importante proteger o terroir. Na Maison temos um trabalho muito importante de preservação e de sustentabilidade, desde o material da plastificação das embalagens até o tamanho das garrafas, que hoje são menores. Reformamos há pouco o Hotel du Marc (casarão neoclássico do século 19 conhecido como a casa da Veuve Clicquot Ponsardin, localizada em Reims e hoje usado par a recepcionar os viajantes “endinheirados” e apaixonados por vinhos). Uma parte dessa renovação foi a energia solar, redução de 10% no consumo de água e a instalação de uma tecncologia que faz com que o ar fresco das caves se espalhe por todos os outros ambientes. Antes de vir para cá, pesquisei sobre a cidade de Curitiba, que eu até então não conhecia, e fiquei impressionado com a preocupação da cidade com a sustentabilidade.
O que o senhor fazia antes de trabalhar na Veuve Clicquot?
Eu estudava sobre como fazer vinhos em Borgonha, Bordeaux e Alsácia, mas depois larguei minhas malas na Maison. Isso foi em 1991 e estou até hoje. Em média, cada Chef de Cave fica 24 anos no cargo e eu estou há três anos, então tenho bastante tempo pela frente, e daqui a alguns anos começarei a olhar para alguém que possa me suceder, mas espero que ainda demore muito. Meu trabalho exige tempo, dedicação e calma, igual a tudo que se exige para o melhor amadurecimento das uvas e, consequentemente, para a produção de bons vinhos.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Grand´ Mere Buffet: Curiosidades: Personalidade da layout!!!


Diferentes estilos de acordo com a personalidade de cada noiva. Foto: Rodrigo Zapico
Não é fácil imaginar a noiva sem buquê em um casamento. É um complemento indispensável e tão importante como o vestido, os sapatos e o véu. Nos preparativos você até pode se esquecer de algo, mas o buquê é uma peça indispensável para qualquer noiva. E como as opções são cada vez mais amplas de flores, cores e modelos resolvemos dar uma ajudinha. Seria útil conhecer quais são os tipos de ramalhete mais buscados, segundo a  personalidade da noiva.
A tendência para aquelas noivas e cerimônia clássica, certamente passará pelos tradicionais buquês brancos que nunca saem de moda. As flores de noiva vermelhas, são a cor do amor e  do romantismo, e não deixam de se impor. Mas, na hora de escolher o buquê temos que ter presente a personalidade que tem a noiva.
Buquês brancos e simples. Foto: weddingdestinationsblog
Uma noiva tímida ou introvertida é difícil que aceite um estilo moderno com tons fortes e se inclinaria a ramos pequenos com tons pastéis e branco. Algo discreto que acompanha a sua forma de ser.
Flores exóticas e com muitas cores. Foto: Eric Vellado
A noiva sexy aceitará ramalhetes com flores exóticas, com irregularidade nas linhas dentro da sua composição. Algo bem diferente que ajude a realçar o seu visual.
O colorido das flores e o branco clássico. Fotos: Layla Eloa e weddingdestinationsblog
A noiva intelectual vai com tons violetas, azuis, amarelos ou brancos que são mais neutros.
Buquê branco, clássico. Foto: Rafael Porto.
A noiva tradicional pode inclinar-se para buquês cascata e tons pastel. Não ousaria com cores distintas e formas assimétricas.
Buquê de cores fortes. Foto: Eric Vellado
A noiva extrovertida vai com tons fortes, se atreverá a misturar cores e será um buquê de noiva multicolor.
O buquê segundo a personalidade da noiva. Foto: Rodrigo Zapico
Além disso,  na hora de escolher um buquê segundo a personalidade da noiva também tem que levar em consideração, o vestido e o tom de pele. Nessas ocasiões, sempre é importante ser assessorado por algum florista. Eles sempre sugerem as flores que melhor combinam com o perfil de cada noiva e vão te aconselhar tratamentos especiais que devem dar as flores para que se conservem frescas durante todo o dia, sem importar a hora do casamento.
E você que tipo de noiva é?

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Grand´ Mere Buffet: Buquê com fitas!!!


O momento mais aguardado pelas solteiras numa festa de casamento é a hora da noiva jogar o buquê. A tradição diz que quem pegar será a próxima a se casar, mas…
O momento de jogar o buquê. Foto: Va fotografia.
Com o passar do tempo, as tradições de casamento foram mudando e ganharam novos objetos como símbolo.
Buquê feito de bonequinhos de Santo Antônio.Foto: Va fotografia.
Hoje vemos as noivas jogarem um boneco do Santo Antônio, o sapo, além do tradicional buquê de flores. Algumas noivas preferem não jogar o buquê de flores pois querem guardar como lembrança, algumas jogam um segundo buquê de flores feito para este momento.
O tradicional buquê de flores. Foto: Va fotografia.
Apesar de algumas mudanças o momento de presentear as solteiras não sai de moda.
Buquê de flores especial para ose jogar. Foto: Va fotografia.
Hoje a moda é: o Buquê com fitas.
Preparando o buquê:
Corte varias  fitas de cetim com 5 cm de largura e 1 metro de comprimento (para que as convidadas fiquem distante da noiva), depois  amarre as fitas no cabo do buquê.
buquê com fitas. Foto: Va fotografia.
Dicas: Use fitas de diferentes cores ou nas cores da festa para que o visual fique harmonioso
Momento de jogar o buquê:
Cada solteira segura uma fita, a noiva com uma tesoura vai cortando fita por fita, até sobrar apenas uma fita que não é cortada pois esta é a fita da sortuda que ganhará o buquê.
Use fitas de diferentes cores ou nas cores da festa para que o visual fique harmonioso. Foto: Arquivo pessoal Ligia Pontes
Para chamar a atenção das solteiras para este momento o DJ ou a Banda pode tocar uma música especial como:
All The Single Ladies (Beyoncé)
It is raining men (Weather Girls)
Girls Just Wanna Have fun (Cindy Lauper)
O noivo jogar uma caixa de Uísque. Foto: Va fotografia.

domingo, 17 de junho de 2012

Grand´ Mere Buffet: Casamento: Registre sua boda de papel!!!


Foto: Marina Lomar
Depois de casados, é importante comemorar as pequenas conquistas juntos. Afinal, uma grande história de amor é construida de pequenos passos. Pensando nisso, escolhemos um ensaio fotográfico lindinho de um casal comemorando suas bodas de papel, no seu lugar favorito: a Livraria Cultura. Que tal você também fazer a sua e registrar todos esses momentos?
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Lomar
Foto: Marina Loma

sábado, 16 de junho de 2012

Grand´ Mere Buffet:Tendências 2013 vestidos para convidadas 2012!!!


O look amarelo-cítrico e ultra-feminino da Maria Bonita Extra - Fotos: Agência Fotosite
Ah… o verão! Nada mais gostoso do que renovar o guarda-roupa de festa com novidades frescas como as que foram apresentadas nas passarelas do Fashion Rio, como as inspirações para penteados de noiva, por exemplo.
A mulher do verão 2013 é muito feminina, mas vem com um toque de modernidade. Referências vintage da década de 50, como o look lady like (cinturinha marcada, saia volumosa e cara de boneca) encontra tecidos tecnológicos e modelagens inovadoras. Se você foi convidada para um noivado ou festa de casamento mais informal,  este é o look a se usar!

O look lady like revistado da Nica Kessler e das Filhas de Gaia - Fotos: Agência Fotosite

A palavra é leveza. Os tecidos (muita organza e muita seda) estavam flúidos. Exmplos como os vestidos de noiva fenda, e vestidos com pernas de fora. Um sexy controlado… Transparências, texturas e estampas (que não podem faltar no verão) enriqueceram os looks desfilados. Mas esqueça aquelas estampas clássicas de verão, como florais. A semana de moda carioca propôs desenhos ópticos e futuristas.

Pernas à mostra e transparências: Filhas de Gaia, Melk Z Da e Auslander - Fotos: Agência Fotosite
A cartela de cor veio bem democrática: do neon, passando pelo tangerina, até chegar nascandy colors, febre certeira para o verão. As cores de algodão – doce foram vistas na passarela de Elie Saab há um tempinho atrás, lembram?
As candy colors da Patachou - Fotos: Agência Fotosite
Inspiração não falta! Descubra a tendência que mais tem a ver com você e seja a mais bonita da festa

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Grand´ Mere Buffet: Tendência decor casamentos 2012!!!


Cores vibrantes para decoração. Itens de Roberto Simões. Foto: Carolina Calazans

Que existem inúmeros estilos de casamento, que combinem com os noivos, não é segredo. No Casar 2012 essa ideia foi reforçada pelos mais variados tipos de decoração que o casal que está para subir ao altar pode imaginar.

Barbuy apresentou a elegância de uma decoração clássica. Foto: Carolina Calazans

Tudo branco na decoração apresentada por Beatris de Michelli. Foto: Carolina Calazans

Decoração clássica, moderna, colorida, neutra. Os móveis elegantes, os pratos coloridos, as flores e outros itens que fazem parte da decoração de um casamento foram mostrados por especialistas no assunto como, Room 8, Pupy Zogaib, L’oeilKarin MancusiFestahBeatris de MichelliAmbiente EventosAparecida Helena e 100% eventos.

Festah trouxe um ambiente aconchegante ao Casar 2012. Foto: Carolina Calazan

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Grand´ Mere Buffet: Dicas para o inverno - Noivas 2012!!!


O mais importante é o look estar de acordo com a personalidade da noiva. Foto: Arquivo pessoal Viviana Borlido
O inverno é uma excelente estação para ousar um pouco mais no cabelo e na maquiagem. Como o clima é mais ameno e menos úmido, as preocupações com o calor excessivo e a umidade do nosso clima dão lugar a outros cuidados.
A make pode ser forte e marcante ou super leve, com aparência bem natural. A tendência para o inverno agrada todos os estilos. Tons terrosos, levemente metalizados e delineador estão entre os destaques. Para as noivas de personalidade, nada melhor que abusar dos lábios cheios de cor. Com efeito opaco, o batom vinho ou vermelho fechado é ótima aposta para a estação.

Foco na pele e porque não nos lábios. Fotos: Pretty Chic, Pinterest e One Wed
O diferencial para a make das noivas no inverno está na preparação da pele, que é feita com produtos mais hidratantes para valorizar o viço natural, pois a pele fica um pouco mais desidratada no frio. A pele normalmente está bem mais clara que o habitual, então os blushes ideais, para uma maquiagem de noiva perfeita, são em tons de pele, que dão contorno ao rosto e os levemente pêssego, aplicado nas maçãs dando um ar saudável natural.

A tiaras estão em alta e a mantilha também é uma linda escolha. Fotos: Rodrigo Zapico (esq e acima) e Pinterest
Os penteados podem ter fios mais soltos em penteados clássicos ou despojados. Não é nada fácil escolher o penteado de noiva perfeito. Uma dica são as tiaras de diferentes estilos, que estão super em alta; simples ou com muito brilho, tipo arco duplo ou tipo princesa. As tiaras estão aos poucos invadindo o espaço das flores de tecido.
Agora, mais do que qualquer tendência ou estação, a noiva tem que seguir o seu estilo e personalidade. Muito importante também, é levar em conta o horário, o local e a produção como um todo. Isso é o que garante estar se sentindo linda no grande dia!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Grand´ Mere Buffet: Luxo!!!

O Grand´ Mere Buffet oferece todos os tipos de cardápios personalizados para eventos sociais e empresariais dentro e fora do nosso Estado.

A empresa oferece produtos e materiais de alto padrão realizando eventos em residências, clubes, salões de festas e qualquer local que você nosso cliente especial desejar!!!










Acesse: www.grandmerebuffet.com.br ou ligue: (67) 3326 1037